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Manejo de doenças no milho 2ª safra

O cultivo de milho no Brasil em duas épocas, primeira e segunda safra, posiciona o país entre os principais produtores mundiais, em contrapartida, faz com que haja maior pressão de doenças na cultura, devido ao aumento de inóculos presentes nas áreas. Dessa forma, o manejo de doenças merece um destaque especial, uma vez que é de difícil controle e pode causar danos significativos, principalmente na segunda safra, época em que as condições climáticas favorecem o desenvolvimento das doenças, devido ao clima mais úmido e a incidência de luminosidade reduzida.

Na área de ação da Coagru, o cultivo do milho 2ª safra tem sido de extrema importância, sendo amplamente produzido para atender à demanda de grãos por outros setores agropecuários, como a criação de aves, bovinos e suínos, além de seu alto potencial produtivo e valor nutricional, sendo considerado um dos cereais mais cultivados e consumidos no mundo.

Quanto ao manejo da cultura na 2ª safra, ao menos quatro doenças podem causar danos significativos, entre as principais estão: cercosporiose, mancha branca, ferrugem e helmintosporiose. Em função desse complexo de doenças é que nem sempre a resistência dos materiais é suficiente para contê-las, sendo necessária a complementação do controle através do uso de fungicidas.

Para o emprego de fungicidas em condições de milho 2ª safra, deve-se analisar alguns pontos importantes, tais como: suscetibilidade do híbrido cultivado, condições para o desenvolvimento da doença, estádio fenológico da lavoura, eficiência do produto a ser utilizado e a necessidade de utilizar misturas de produtos multissítios. Sendo assim, para que se obtenha um controle satisfatório de doenças e o alcance de níveis de produtividades desejados, é de suma importância que seja feito um acompanhamento no desenvolvimento da lavoura e o controle realizado de acordo com a necessidade de cada material.

Dessa forma, não existe uma fórmula específica para o controle de doenças em milho 2ª safra, o que se tem de comprovação científica e prática, é que a aplicação de fungicidas mantém o potencial produtivo da lavoura e embora tenha se verificado que o momento de aplicação comumente utilizado seja o pré-pendoamento, resultados de pesquisa demonstram que o mesmo pode variar em função da época de cultivo, do híbrido utilizado, das condições ambientais e também da doença em questão.

Nesse contexto, é possível inferir que o monitoramento periódico das lavouras e principalmente, a aplicação de fungicidas no momento adequado, garantem plantas mais sadias e em conseqüência disso, podem propiciar uma safra mais produtiva. Nesse sentido, o departamento técnico da Coagru está sempre à disposição dos produtores para auxiliá-los nas principais tomadas de decisões, a fim de obterem uma safra de milho produtiva e rentável.


Créditos/Foto: (A.K.SHIMOHIRO)

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