O cultivo do milho no Brasil tem impacto econômico significativo para o setor agropecuário, com reflexos diretos na geração de renda no meio rural. A utilização do grão pelos setores alimentício, de biocombustíveis e de produção animal contribui para a estabilidade do mercado e para a previsibilidade econômica dos produtores.
O planejamento do plantio do milho safrinha 2026 exige atenção rigorosa à sucessão soja-milho, sendo a agilidade na colheita da soja um fator determinante para o sucesso da cultura. Nas áreas de atuação da Cooperativa COAGRU, recomenda-se que a semeadura seja realizada imediatamente após a colheita da soja, com início previsto entre o começo de janeiro até final de fevereiro, priorizando a janela de plantio entre 10 a 28 de fevereiro, conforme as recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC). A implantação tardia da cultura aumenta a probabilidade de déficit hídrico, reduz o período de enchimento de grãos e eleva o risco de ocorrência de geadas ao final do ciclo, comprometendo a produtividade.
A seleção adequada de materiais genéticos é essencial para a qualidade da safra. Devem ser priorizados híbridos adaptados ao plantio em sucessão à soja, com ciclo compatível com a janela de semeadura e boa tolerância a estresses hídricos e doenças. Nesse contexto, a COAGRU oferece um portfólio diversificado de materiais, com diferentes ciclos e tecnologias, permitindo ao produtor escolher a opção mais adequada para cada área. O híbrido utilizado na safrinha deve apresentar rusticidade e consistência produtiva mesmo diante da variabilidade climática, além de características agronômicas relevantes, como resistência às principais pragas e doenças, bom empalhamento e tolerância ao acamamento e quebramento.
A correta regulagem da plantadeira e a definição adequada do espaçamento entre linhas são fundamentais para otimizar o uso da área, garantir população de plantas uniforme e reduzir a competição por luz, água e nutrientes. Um espaçamento bem ajustado contribui diretamente para o desenvolvimento equilibrado das plantas, a uniformidade do estande e, consequentemente, para o aumento da produtividade final.
O manejo fitossanitário é outro ponto crítico para o sucesso da safrinha. Recomenda-se a adoção de estratégias integradas, incluindo monitoramento constante da população de insetos, uso de híbridos resistentes quando disponíveis, rotação de culturas e manutenção de áreas limpas de plantas daninhas. A aplicação de defensivos agrícolas deve ser realizada de forma criteriosa, respeitando doses, momento de aplicação e recomendações técnicas, assegurando eficiência no controle da praga e minimizando impactos ambientais. Além disso, o monitoramento constante da lavoura permite intervenções precoces no manejo de pragas como cigarrinhas, percevejos, lagartas e pulgões, além de doenças, como a Bipolaris.
O acompanhamento técnico é outro fator-chave para o sucesso da safrinha. A equipe de assistência técnica da COAGRU oferece suporte em todas as etapas do cultivo, desde a preparação do solo até o desenvolvimento da cultura, garantindo acompanhamento técnico completo durante todo o ciclo.
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